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sábado, 18 de outubro de 2008

TAIZÉ...


Taizé, lugar mágico…
Talvez um exemplo a seguir. Lugar onde se respira paz, harmonia, fraternidade… Porto de abrigo para muitas pessoas.
Um lugar tão simples que acolher milhares de jovens e onde tudo acontece graças à entrega de cada um.
Com tantas bocas para alimentar, louça para lavar, casas de banho para assear, jardins para aparar, caixotes do lixo para esvaziar, tudo se faz rapidamente, quase imperceptivelmente, porque se todos fizermos um bocadinho, todos nos sentimos bem, como que em casa, todos saímos a ganhar…
Só desta forma temos condições para parar, partilhar, ouvir os outros e ouvir-nos a nós próprios…
Taizé, onde se juntam várias religiões e onde se reza a um só Deus…
Com o partilhar de experiências ajudamos os outros e somos ajudados pelos outros…
Recordar Taizé, é recordar que Deus veio ao mundo para todos, por todos e não só para alguns…
Recordar Taizé, é acreditar que a felicidade é possível e que é muito mais simples de alcançar do que nós julgamos…
Recordar Taizé, é pôr os pés na Terra e recordarmos que não somos senhores do mundo, mas que somos pó e ao pó voltaremos…

Taizé, é em França, mas também pode ser em S. Gonçalinho, em Fátima, no Alentejo, em Aveiro… pode ser em minha casa…

(para ti Luís, grande alentejano, onde estiveres)

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Voltar a casa…


O dia chegou ao fim.
Saí da fábrica.
Lá fora o meu carro esperava por mim, sozinho.
Entrei e parei um pouco a olhar a noite antes de rodar a chave. “Está uma noite linda, hoje”, pensei para comigo.
Rodei a chave e fiz-me à estrada. A hora de ponta já tinha passado. Apenas um ou outro carro se cruzaram no meu caminho. Ali apenas eu, o carro, a noite, a estrada e o ruído do motor.
Há dias em que o ruído do motor é a melodia mais bela que se pode ouvir durante o caminho na estrada.
Hoje é sem dúvida um desses dias. Nos últimos dias evito ouvir rádio e ver televisão nas horas das notícias (economia, economia e mais economia; petróleo, petróleo e mais petróleo… – um dia escreverei sobre isto).
Não fosse ouvir mais um desses e decidi ouvir apenas o motor e os pneus a rolar na estrada…
Deixei-me conduzir pelos instintos…
Deixei-me ouvir o que o “silêncio” tinha para me confidenciar…
 

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